terça-feira, 19 de abril de 2011

Poesia da semana

Recebi esse texto como recadinho do orkut

Não sei de quem é e também não procurei o autor

Achei só que a Lógica é tão perfeita, que pareceu poesia aos meus ouvidos


A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Desarmamento já

É inacreditável a quantidade de notícias envolvendo armas de fogo, notícias que passeiam por várias camadas sociais e produzem manchetes de toda a sorte, desde acidentes “inocentes” a crimes bárbaros. Inacreditável mais ainda é saber que o nosso país possui atualmente uma das legislações mais rígidas no que diz respeito à aquisição de armas, mas infelizmente não encontramos rigidez semelhante quanto ao cumprimento das leis que decreta.

Não precisamos saber de estatísticas para saber que nossos jovens estão morrendo, não precisamos de números para nos dar conta de que cada um de nós tem um amigo, parente, vizinho ou conhecido que já tenha se envolvido em algum caso onde o personagem principal era uma arma de fogo, provavelmente clandestina.

Qual será o grande empecilho que nos impede de construir uma nação menos violenta? Porque é tão difícil que as leis sejam cumpridas de acordo como estão no papel?

A impunidade, lei que impera em nosso país, serve de fundamentação para que pais de família e hoje em dia até mães de família comprem armas para “fazer justiça com as próprias mãos”, mas não são eles que mancham de sangue os noticiários diariamente, acontece que os roubos a residências colocam essas armas nas ruas, e o tráfico de armas também, casos que já não acontecem apenas em cidades tidas como essencialmente violentas, esse mal já está no nosso bairro, andando por entre nossos caminhos cotidianamente.

O governo, diga-se de passagem, devia investir em educação, educar o povo para saber o risco que correm por manter armas em casa, e acima de tudo assegurar ao cidadão de bem a sua segurança, para que este não venha a comprar uma.

Há também que se pensar no cumprimento das leis que já existem em relação às armas de fogo, o estatuto contra o desarmamento estabeleceu que dificultassem o acesso a armas, algumas exceções, como no caso de pessoas sob comprovada ameaça de morte ainda prevalecem, mas civis de maneira geral estão proibidos de andarem armados. O armamento usado por seguranças particulares passou a ser da responsabilidade da empresa contratante e eventuais compradores precisam ser maiores de 25 anos e apresentar uma série de documentos – entre eles teste psicológico e de antecedentes criminais. Só resta agora ao brasileiro, que não desiste nunca, não desistir de lutar a favor do exercício da lei. Desarmamento já.

terça-feira, 12 de abril de 2011

10 coisas que adoro em mim!

1. Adoro a verdade. Eu simplesmente odeio mentira. Principalmente se for pra impressionar, se mostrar superior a outra pessoa, etc. Quando era adolescente, tipo 14 anos, fiz um pacto com um namorado de que não íamos mentir um para o outro. Nunca! Valeu a pena e deu supercerto, tanto que decidi transpor a experiência em 3D na minha vida. E hoje tenho orgulho de dizer que não minto, seja para impressionar, seja para me livrar de uma bronca, seja para que as pessoas gostem mais de mim. E confesso, às vezes perco muito com isso, mas quando deito a cabeça no travesseiro... ahh não há nada que pague a leveza de espírito que me envolve.



2. Adoro ser muito família. apesar de não transparecer muito, sou uma pessoa extremamente ligada às tradições familiares, é lógico que não tão severamente ne autoritariamente como nossos pais foram, mas acho que a família é realmente o lugar onde o ser humano tem contato com o mundo á sua volta pela primeira vez, e por isso mesmo com todo o tipo de sentimentos (bons ou ruins) advindos dele. Portanto se existe algo em nossas vidas que merece notoriedade, respeito, dedicação e exclusividade com certeza é a FAMÍLIA.



3. Adoro ser elogiada. Acho que o elogia é o combustível para a minha vida. Quanto mais elogiada sou mais tenho vontade de fazer melhor, me dedico além dos meus limites. Mas o mais importante de tudo isso é que eu sempre, indiscriminadamente, sem rodeios e sem distinção simplesmente A-D-O-R-O elogiar as pessoas. è aquela velha história: Faça com os outros apenas o que vc gostaria que fizessem com vc.



4. Adoro estudar. O estudo preenche minha alma, hoje lógico que apenas me dedico aos estudos da minha área de formação (LETRAS), mas há aqueles textos interessantes, textos que conversam ou não com minha área de atuação mas que sempre me deixam com um gostinho de que eu estou gastando meu tempo com uma coisa útil, que aquilo vai ter valor para mim um dia numa conversa, para impressionar um gatinho, pedir emprego, jogar conversa fora com as amigas. Estudar é minha maneira de dedicar um tempo a mim. O que os outros fazem com a malhação para o corpo, eu faço com o estudo para a mente.



5. Adoro ouvir música. Elas simplesmente me deixam em estado de graça, apesar de ter bem definido o meu gosto musical não saio por aí dizendo que tal ou qual música é lixo ou coisas desse tipo. Não sou eclética pois ecletismo é falta de estilo. Sou tolerante, não compro um CD de Funk, Sertanejo, ou Brega, mas sei cantar algumas músicas e sempre que solicitada paro pra prestar atenção na letra dessas músicas, geralmente sempre encontro algo que me faça conhecer mais sobre a pessoa que a admira. E isso cria a possibilidade de respeitá-la e admirá-la por coisas que antes ainda não conhecia, ou não havia notado. A música abre as portas para o desconhecido, porém um desconhecido particular.



6. Adoro cozinhar. Saber que alguém vai comer algo em que depositei toda a minha energia é algo que me fascina. É como se as pessoas provassem não apenas a sua comida, mas um pouquinho de você. Um pouquinho de toda a energia que você gravitou à sua volta no momento em que cedia seu tempo à preparação do prato.



7. Adoro escrever. Escrevo sobre todas as coisas, desde pequena quando mantinha um diário (que sempre era descoberto pela minha irmã mais velha) adoro escrever coisas para pessoas especiais, adoro escrever para mim, adoro escrever para que os outros leiam, adoro escrever diferentes tipos de gêneros textuais. Adoro escrever, nesse momento sinto um pouco do orgulho de ter como compatriota grandes mestres queridos como Machado de Assis, João Cabral de Melo Neto, Cora Coralina etc.



8. Adoro sorrir. Já dizia o mestre "É melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe..."

Sorrio sempre, mesmo que esteja de mau humor, sorrio para todos, sorrio para pessoas que não conheço, para os conhecidos, sorrio do bom dia ao boa noite, sorrio pro porteiro, pro zelador, pra vendedora, pros meus alunos, pro meu filho, pra minha mãe... Sorrio pra todo mundo, sorrio mesmo que tenha algo que me faça chorar, sorrio pra receber um sorriso de volta e COM CERTEZA trocar uma energia positiva e iluminada com as pessoas que me sorriem de volta.



9. "Adoro" chorar. Na verdade adoro não seria a palavra certa, mas chorar é muito fácil para mim, e eu tenho muito orgulho disso. Quando choro porque algo vai mal me dou a chance de algum sentimento ruim sair de mim, me dou a chance de ter a alma lavada, de expor minha fraqueza e meu limite para que as pessoas saibam que eu não sou de ferro.



10. Adoro minhas amigas. Tenho pouquíssimas, mas essas são realmente de verdade. Confio nelas do tanto que uma amizade verdadeira merece. Sou fã numero 1 de cada uma delas e torço para sua vitória como torceria para a minha. Eu não tenho vergonha de dizer que as amo, nem tampouco de dizer que as odeio às vezes. Não me sinto mal em encorajá-las ou em defendê-las frente aos obstáculos da vida. Me alegro com cada conquista, e não choro quanto poderia com suas derrotas. Mas de uma coisa eu sei, elas sabem que estarei sempre aqui para ser abrigo contra o vento e (...) esconderijo contra o temporal, (...) correntes de água numa terra árida, (...) a sombra dum pesado rochedo numa terra esgotada” (Isaías 32: 2).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tragédiasem precedentes..

Ainda chocada com o crime bárbaro acontecido ontem em Realengo, no Rio de Janeiro.
Mas o que mais me deixa perplexa é a falta de pensamento crítico da humanidade..
Culpa-se o efeito Bullying como fato incentivador do crime..
Eu Não!
Primeiramente acho que tenho que expor meus pensamentos a respeito do Bullying. O fenômeno realmente existe, está presente em todas as camadas sociais e entre jovens, onde a procura por aceitação é muitíssimo maior, e temos sim que combater e tentar instruir as crianças e jovens para que sejam menos críticos, menos preconceituosos, e que pratiquem mais a "política da boa vizinhança".
Acontece que a sociedade em que vivemos é a mãe da prática do bullying, o sistema político e econômico vigente utiliza-se tão somente da auto-afirmação em detrimento a outras práticas, para poder se auto promover. Explico: A competitividade é filha do capitalismo, sem concorrência não há mercado, e o que vemos todos os dias em todos os canais de comunicação são pessoas, empresas, produtos que se auto promovem e que "de vez em sempre" fazem isso ressaltando uma qualidade negativa do concorrente.
Ora, não é difícil saber que uma criança, exposta a esse tipo de informação desde quando nasce, vai adaptar essa ideologia do "sou mais eu" e praticá-la em sua vida social, independentemente de ter sido criada em "berço de ouro" ou não, com amor ou não, o que é impossível de ser esquecido é o fato de que tais crianças aprendem a se comunicar, e a se relacionar a partir de tais concepções, praticadas primeiramente em seus lares .
"O mundo é assim,  porque eu tenho que ser diferente?" os idealistas podem responder a essa perguntas de várias maneiras mas a pergunta não é essa, o que de fato me pergunto é:
"O mundo é assim, eu sou assim, COMO eu serei diferente?"
Junte-se a isso todas as agruras da sociedade, filhos que são vilipendiados dia e noite pelos pais, o Estado carente de políticas públicas, NADA, para a saúde, educação, segurança, NADA para a cidadania, nada para o SER.
Não, minha intenção não é em nenhum momento justificar o ato de WELLINGTON, mas sim trazer à tona perguntas do tipo: Vale dizer que crianças são culpadas? Vale dizer que as críticas e humilhações sofridas pelo rapaz foram o elemento propulsor de tal tipo violência? Acho injusto, e acho que esse tipo de pensamento comporta mais um dos tipos de Bullying "sem precedentes" praticados na sociedade. Atribuir tal culpa a crianças é "tapar o sol com peneira".
Em vez de preocuparmo-nos com o modo como os adolescentes de hoje se relacionam porque não procuramos pensar em quais as opções essa criança terá no futuro, em como ela será inserida na sociedade, no mercado de trabalho, na vida adulta.
Quais são as medidas que o Estado tomará quando tais precisarem de cuidar de sua saúde mental e física? O que fazer com a educação de fundamento quantitativo e não qualitativo que receberam? Como nos livrarmos da condição de críticos quando o humor, as campanhas políticas, as relações comerciais e tantos outros lugares sociais praticam o bullying como forma de sobrevivência?
Me pergunto novamente : COMO não ser assim?
Infelizmente as mudanças ideológicas, não acontecem da noite para o dia, seria necessário meio século, no mínimo, para que as primeiras mudanças comportamentais em desfavorecimento de tal prática se fizessem notadas.
Mas ainda penso que se o mundo que espera esses jovens fosse menos cruel teríamos evitado vários massacres, tentativas, e  expeculações.
A mim resta desejar um bom futuro à  Pequena Jade, sobrevivente do atentado.
"Quero me formar". "Vou fazer Biologia".
Tomara que o mundo que a espera dê condições para que possa realizar seu desejo.
E se não der, que não culpe seus colegas, por terem praticado bullying e transformado-a numa pessoa triste, confusa e sem ambições.
Não é culpa das crianças!!!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ai o ócio

O ócio criativo, meu trabalho vem consumindo tanto de mim, que acabo por não criar... preciso de apaixonar-me... a paixão me motiva, é certo que modifica e depois, geralmente, destroi, mas mesmo assim... minhas criações ficam simplesmente divinas!! bjos

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Às vezes, perder o equilibrio por amor faz parte de viver a vida em equilibrio

sábado, 4 de dezembro de 2010

Alegria

É melhor ser alegre que ser triste.. Alegria é a melhor coisa que existe...

Merry Christmas!!!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A divina vingança

Entrego-me à inocência perdida da antiguidade
Amor deve ser mesmo um deus
E de todos, o ser mais supremo
Inalcançável, intangível
E poderoso como é
Tende a se tornar cruel
Com toda a raça de belas
Que, desde a primeira
Foi condenada a sofrer
Por ousar provar fruto
De tão ardente mel


Amor deve ser mesmo um deus
Que condenou ao castigo eterno
O de ser sensível à dor
A mulher
Que pela ingenuidade primitiva
Ao sentir o sabor em suas entranhas
Ofereceu e dividiu
Aquilo que não lhe foi dado


Amor deve ser mesmo um deus
Que, roubado
Desperta sua fúria:
"Que ser de imensurável ignorância bebe no meu cálice e o oferece a um homem?"
Ahh mulher, não sabe o que te espera
Em sua longa jornada na terra
A paga pela sua injúria...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Auto eu

Por que a gente fica assim?

tanto preparo, tanto estudo, mas OMG, será que´fui clara o bastante
será que me fiz entender do jeito que eu me entendo?
será que eu me entendo?
afinal... eu não me escuto
puts... sei lá o que eu falo... já parou pra pensar nisso/;
tomara que escutem o que falo com atenção
sei que falo algo de certo, pontual, assertivo
só não sei como sai
mas vá lá
let's live and let die...

sábado, 23 de outubro de 2010

Às voltas com a volta...

Reli meu primeiro posto hoje...
vejo que a auto crítica continua a me travar diante da tela do computador...às vezes a caneta e o papel estão mais perto de mim do que eu preciso e são mais cômodas do que precisariam ser... bom , não me lembro bem qual era o momento, qual era o "lance" sei que escrevi isso aqui... reli hoje e resolvi postar.. acho que está meio incompleto sei lá.. que tal você terminar?

Um certo pequeno príncipe disse uma vez que era preciso cativar o amor... sábias palavras... mas será que é preciso em todo o tipo de relacionamento?
Por exemplo no relacionamento entre pais e filhos... será que esse tipo de amor precisa ser cultivado? Afinal de contas não é só dar de mamar, cuidar para que não se machuquem, dar o necessário para que possa viver como roupa, moradia etc.. e eles já nos amariam incodicionalmente?
A resposta é NÃO!
E por motivos bastante óbvios. Amar não é se sentir grato, amar não é reconhecer o esforço de outra pessoa, apesar de que o amor só se intensifica se acompanhado de todas essas outras essenciais particularidades, amar é um sentimento único, amar é entrega, que só acontece de ambas as partes... amar é conviver, aceitar, escutar, entender, compreender, repartir, compartilhar... amar é tudo isso junto, mas ao mesmo tempo não é só isso...
É injusto e cruel da parte dos pais que esperem ser amados pelo simples fato de serem pais, ora ser amado requer muito mais do que a obrigação parental. E mesmo que alguns se justifiquem pelo desamor que assola a humanidade, dizendo "que fazem muito mais do que a sua obrigação pois existem muitos por aí que não fazem nem a metade"... reflitam: já que vocês foram capazes de assumir e de encarar tamanha responsabilidade, porque não fazê-la com excelência? Amar e ser amado pode parecer difícil a princípio, mas nada que uma boa dose de amor todos os dias para fortalecer os corações cansados e distantes desse sentimento tão bonito e eficaz. 

sábado, 22 de maio de 2010

Leituras

Li isso em algum lugar... de repente senti-me tão invadida...
essa sou eu!!!

Mesmo longe de ti, sinto-te no ar que respiro... Mesmo que os nossos olhares não se cruzem, sei que olhamos o mesmo horizonte... As palavras que esvoaçam ao teu encontro sei que te enlaçam profundamente... As memórias que despontam, sei que são partilhadas... Fazes parte de mim...



A sombra do nós está sempre presente...

terça-feira, 11 de maio de 2010

Lições à beira mar




Tanto tempo longe daqui... confesso que me sentia sem inspiração...
acabo de voltar de uma viagem em que visitei o Guarujá...
Vi pela primeira vez o mar, em seus dias de ressaca...de mau humor.... de vontade de ficar sozinho...
me senti imensamente igual a ele
não foi bom
mas ao mesmo tempo pude perceber o quanto é devastadora a força do mau humor
não quero ser assim, não posso me deixar ser amarga
perdi amigos pela amargura...
não somente da minha parte, mas da amargura da vida, amargura de mágoas, recalques, solidão
SOLIDÃO
tenho mesmo que começar a entender que essa palavra não tem nada a ver com solidez
E começar a movimentar o meu mundo
que é tão colorido
mas anda sombrio como o de Alice

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Importante:

Assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.


São mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e antiéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização.

Assédio Descendente
É o tipo mais comum de assédio, se dá de forma vertical, de cima (chefia) para baixo (subordinados).

Primeira fase


É algo normal que nas empresas surjam conflitos devido à diferença de interesses. Devido a isto surgem problemas que podem solucionar-se de forma positiva através do diálogo ou que, pelo contrário, constituam o início de um problema mais profundo, dando-se isto na seguinte fase.

Segunda fase


Na segunda fase de assédio ou fase de estigmatização, o agressor põe em prática toda estratégia de humilhação de sua vítima, utilizando uma série de comportamentos perversos cuja finalidade é ridicularizar e isolar socialmente a vítima.
Nesta fase, a vítima não é capaz de crer no que está passando, e é freqüente que negue a evidência ante o resto do grupo a que pertence.

Terceira fase


Esta é a fase de intervenção da empresa, onde o que em princípio gera um conflito transcende à direção da empresa.
Solução positiva: Quando a direção da empresa realiza uma investigação exaustiva do conflito e se decide trocar o trabalhador ou o agressor de posto e se articulam mecanismos necessários para que não voltem a produzir o conflito.
Solução negativa: Que a direção veja o trabalhador como o problema a combater, reparando em suas características pessoais distorcidas e manipuladas, tornando-se cúmplice do conflito.

Quarta fase


A quarta fase é chamada a fase de marginalização ou exclusão da vida laboral, e pode desembocar no abandono do trabalho por parte da vítima. Em casos mais extremos os trabalhadores acuados podem chegar ao suicídio.
O agressor


Olhando externamente é difícil identificar o agressor pois a imagem que projeta de si mesmo é sempre bastante positiva.

O Agressor
Geralmente os agressores (ou "assediadores") não centram suas forças em pessoas serviçais e/ou naqueles que são considerados partes do "grupo" de amigos. O que desencadeia sua agressividade e sua conduta é um receio pelos êxitos e méritos dos demais. Um sentimento de irritação rancorosa, que se desencadeia através da felicidade e vantagens que o outro possa ter.
O agressor tem claras suas limitações, deficiências e incompetência profissional, sendo consciente do perigo constante a que está submetido em sua carreira. É o conhecimento de sua própria realidade o que os leva a destroçar carreiras de outras pessoas. Pode-se somar o medo de perder determinados privilégios, e esta ambição empurra a eliminar drasticamente qualquer obstáculo que se interponha em seu caminho.
Ao falar de agressor tem que fazer uma distinção entre aqueles que colaboram com o comportamento agressivo de forma passiva e os que praticam a agressão de forma direta. É comum colegas de trabalho se aliarem ao agressor ou se calar diante dos fatos. Em geral, aquele que pratica o assédio moral tem o desejo de humilhar o outro ou de ter prazer em sentir a sensação de poder sobre os demais integrantes do grupo. Chegam a conceder concessões a possíveis adeptos para que se juntem ao grupo, fortalecendo o assédio moral ao profissional isolado. Alguns se unem porque igualmente gostam de abuso de poder e de humilhar, outros se unem por covardia e medo de perderem o emprego e outros por ambição e por competição aproveitam a situação para humilhar mais ainda a vítima.
Em geral, os assediadores provocam ações humilhantes ao profissional ou o cumprimento de tarefas absurdas e impossíveis de realizar, para gerar a ridicularização pública no ambiente de trabalho e a humilhação do assediado.
Outra estratégia utilizada pelos assediadores é denegrir a imagem do profissional com humilhações e restrições genéricas, em sua totalidade parciais e mentirosas. E para conseguir adeptos e ganhar força com a perseguição moral que perpetram, utilizam-se de armas psicológicas para angariar aliados, mesmo aqueles considerados inocentes úteis.
Na maioria dos casos, buscam forçar o profissional atingido a desistir do emprego.

A vítima
Não existe um perfil psicológico determinado que predisponha a uma pessoa a ser vítima de assédio moral, qualquer um pode ser objeto deste acaso.
Aos olhos do agressor, a vítima é uma pessoa inconformista, que graças a sua preparação ou sua inteligência questiona sistematicamente os métodos e fórmulas de organização do trabalho que lhe vem imposto.
Embora não haja um perfil psicológico, há casos de assédios contra trabalhadores com altos salários que são ameaçados de substituição por outros com menores salários e trabalhadores que são representantes de sindicatos e associações.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ahh o amor...

Não sei porque mas toda vez que penso em escrever sobre o amor tento achar inspiração para redigir uma poesia...
Tento traduzir em versos limitados o que pra mim só tem razão de ser num texto livre.
Prosa...
Aquela construção que no início parece ser infinita, cheia de possibilidades, que nasce, nua como se não tivesse nada a perder.
Às vezes tento ser mais substancial, falar difícil, usar termos complexos, exprimir o que acontece em mim como uma bula de remédio que expõe sua finalidade.
Tento filosofar, ser racional, pensar....
Que impulso é esse que me distancia de mim?
Quando na verdade é esse próprio impulso que me possibilita o auto conhecimento.
Eu quis tanto me perder e hoje me procuro no emaranhado do estar...
Acho mesmo que isso é ser...
É assim que se percebe que tudo se conecta a tudo...
Hoje sinto que escorrego pelas minhas mãos,
Mas isso é o que eu sempre quis!!!
O que é que me faz querer versear a própria poesia???
Vivo hoje num eterno - apesar de relativo - estado animal.
Desfruto da total leveza desse instante, que transcende e faz brihar cada pedaço de minha alma.
Vivo agora numa tentativa louca de tentar desvendar pensamentos, quando na verdade não consigo controlar os meus...
Essa confusão é gostosa, alimenta o ego, seduz a alma, acalma o corpo, mas eu quero mais!
Mais poesia, rimas e versos em minha vida cheia de frases encaixadas que, tolas, surgem como indestrutíveis, gozam de liberdade plena, sem consciência de sua fragilidade e inconsistência.
E, se às vezes me faltar inspiração de poetisa...
Espero viver no deleite de desvendar
A dimensão dos versos
Que minhas mãos teimam em censurar...

Iara Ramos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Intertextualidades

Fui à uma reunião da escola, rotineira, nada muito deiferente do que já havia visto antes... e em meio a todos aqueles blás blás blás... eis que surge uma música
Mais específicamente eis que surge Humberto Gessinger...
"Além da máscara" é o nome da canção...
Uma pessoa especial a trouxe para os ouvidos e os corações ...
Impossível não viajar...

Então...

Pensar educação é estar todo neste lugar
Se doar é acima de tudo receber
Receber implica em saber lidar com o tesouro nas mãos
Conservar o valor do tesouro é transformar-se e transformá-lo todos os dias
A fim de que acompanhe as voltas do mundo
Um mundo diverso
Onde a essência toma forma
E modifica o "nosso" mundo
As máscaras não se sustentam
O universo somos nós
è cada um
Sou eu
Você...
O tempo passa depressa
Estejamos em paz
Está na hora de mudar
Ser ao invés de estar
Além dos muros
Invadindo fronteiras
Fazer da educação um ter
Não apenas um lugar

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Um pouco do eu, hoje

Eu não quero este poder
Toma ele pra você
Eu só quero cantar, gozar e
Gastar da vida

Eu só quero um cafuné
Um cobertor de orelha fixo
Neste inverno tão rígido
Fingir que acredito em você
Eu quero enfeitar você

Eu só quero me perder
Eu não quero este poder
Chamar o sapo de príncipe
Comer você de manhã

E quando tudo parecer
Que está quase perdido
Que foi quase esquecido
Que não é mais minha maçã
Eu quero enfeitar você

Só não muda de ideia quem não as tem... frase feita mas se encaixa perfeitamente com meu momento hoje...

sábado, 19 de setembro de 2009

mulheres... e mulheres...

Hoje resolvi entrar no youtube e ver o vídeo da professora que gerou tanto buxixo
fiquei H-O-R-R-O-R-I-Z-A-D-A
Não que seja puritana ou algo parecido
Mas é que tem certos tipos de coisa que a gente só devia fazer na cama
ou pelo menos entre quatro paredes
com no máximo outra pessoa
(há quem prefira mais, é óbvio) mas uma plateia
já é demais
Não pelo fato de ela ser uma professora
Aliás não só por esse fato
O comportamento dela seria execrável até se ela fosse prostituta
O que aliás duvido que elas façam por NADA
hoje em dia vivemos a banalização do sexo
da mulher, do respeito ao próximo
mas aquilo já é demais
penso que se continuarmos assim os próximos números serão de sexo ao vivo
tudo bem se vc vai a uma locadora e aluga um filme pornô
nesse caso vc vai sabendo o que quer e o que vai encontrar
Mas num show? O que é isso?
As atidudes de mulheres assim fazem as outras parecerem debilóides
Aí fica difícil pras garotas escolherem ou não perder a virgindade
Quem não dança sensualmente é vista como esquisita
nós já somos interpelados moralmente o tempo todo com as letras das músicas que
além de apresentarem o máximo de seis frases
fazem do tema sexo uma brincadeira convidativa à promiscuidade
a gente passa a ouvir tanto
que fazer ficou normal
para ser em público então... só mais um passo
não sei nem o que dizer quando me lembro que ela é professora
a moça tem problemas seríssimos no que diz respeito à conduta moral
vai saber o que pensa a respeito da morte, de drogas, do álcool
vai saber...
Uma coisa é certa
Se ela tivesse feito isso com cem homens
(um de cada vez)
não seria tão sujo como foi
Não causaria tanto NOJO
nem os homens estariam tão interessados em quem seja despudorada
e olha que isso começa desde cedo
primeiro ganham as que não se importam em beijar na frente de todo mundo (quando se é adolescente)
depois as que acham normal mostrar que possuem uma vida sexual ativa
depois...
o limite não existe mais
Sabe como me senti quando vi o vídeo?
Excluída
Há excluídos de todos os tipos
Eu sou a excluida da imoralidade
Mas ainda me orgulho disso

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Poesias...

Tem dias em que a gente não está para muitos amigos, nem as cores tem a devida tonalidade, nem o quente aquece tanto....
Nesses dias o pensador se inspira...

E acaba criando.

28/06/2008
Então... é assim?
Acabou o sonho Cinderela
Hora de acordar
A vida não sente dó
Vai ter de trabalhar
Acabou o sonho Cinderela
Papai já se foi
Mamãe nem pensar
Agora ela é avó
Acabou o sonho Cinderela
O príncipe não virá te beijar
Nem sua beleza durará para sempre
Sonhar de novo nem tente
Acabou o sonho Cinderela
E... hora de acordar.

Dias assim são férteis, reconheço... mas às vezes um tanto quanto macabros
...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cadê a costela que estava aqui?

O programa Fantástico, apresentado aos domingos, veiculou uma reportagem, na qual as mulheres entrevistadas haviam retirado as costelas, no intuito de afinar a cintura, e assim, melhorar a silhueta.
A geração bisturi chegou ao ápice da obsessão pela busca do corpo perfeito. Corpo esse, que apesar de impecável, nunca está a contento das pobres moças, preocupadas com a beleza exterior. Por isso, como se não bastassem as milhares de mulheres lipadas, siliconadas, cortadas, temos agora uma nova geração: as descosteladas.
É, parece que tal tipo de obsessão, por mais obscura que nos possa parecer, também evolui com o tempo. Só não vamos pensar no que virá depois, aliás, no que retirarão depois.
O pior disso tudo, é que junto com os litros de gordura, pele, e ossos (pasmem!) que vão para o lixo, vai também a identidade, que leva a pouca sanidade que restou nessas moças, pois, corajosas, sãocapazes de tudo para ter o corpo das modelos de revistas. Elas, mais espertas, quando não desenvolvem uma anorexia – forma drástica de regime do séc. XXI – fazem uso de uma ferramenta, aliada das imperfeições; calma, não é um novo tipo de bisturi milagroso. È o photoshop. Instrumento capaz de corrigir do pelo encravado à gordurinha indesejada. E olha que ele não arranca nenhuma costela de ninguém, pelo menos de verdade. Ficar bem na foto sem precisar de nenhuma intervenção cirúrgica? È o sonho transformado em realidade!
È uma pena que a preocupação com a forma física tenha tomado conte do mulherio. Não que isso importe, mas é que a maioria delas tornou-se um estereótipo de perfeição insubstancial, contra o qual, elas mesmas lutaram.
Triste perceber que quando finalmente conquistaram a liberdade, só conseguiram alçar vôos até a sala de operações do cirurgião. Que lutaram em prol do feminismo e hoje, transformam seus corpos em um convite, no mínimo, escancarado à testosterona. Conquistaram o mercado de trabalho, numa tentativa, que deu certo, de não-dependência masculina, mas dia após dia, modelam seus invólucros carnais de modo a usá-los como mais uma arma de sedução. Para o quê e para quem elas fazem isso? Homens é claro. Essa rebeldia só traz à tona a coragem que a mulher tem pois está disposta a tudo para... casar, ter filhos, casa, periquito, cachorro...
Penso que agora chegaram ao limite, (será?). Mutilação, é isso o que andam fazendo por aí. Está bem, são só dois pares de costelas flutuantes, (se estão flutuando, soltas por aí, não devem servir para nada mesmo!) em troca de um lindo, modelo novo, zero quilômetro: corpo! Ué! Mas elas já não tem um? São tão astutas que inventaram defeitos para esta máquina perfeita. Que, aliás, segundo o senso comum, veio da costela de um homem?! Vai ver é isso, estão retirando as suas próprias, para que não possa surgir um novo ser. Mais perfeito que elas. Como se fosse possível tamanho feito se repetir. Talvez, só com a ajuda do photoshop.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Meus alunos, minha vida...

Tem certos dias que dá uma vontade de trabalhar num escritório, atender telefones e passar o dia ao computador... na verdade quando adolescente, eu dizia que esse era o meu perfil de emprego, mas essa vontade passa logo...

Lembro sempre de minhas palavras:
"quero trabalhar só à frente de um computador" nunca pensei que trabalharia com pessoas... na verdade isso me causava espanto.

Eis que as águas vão passando e acabei me tornando uma educadora... irônico não...

Na verdade pra mim sempre foi um período de luta, de conflito interno...
Havia uma parte de mim que achava que o meu mundo não era aquele, e, por outro lado o instinto que revelava toda a minha aptidão para esse legado.

Se antes me assustava trabalhar com pessoas? Hoje não mais...

Até penso que consegui encontrar as melhores pessoas do mundo para se conviver...
São alegres, participativas, tem um futuro enorme pela frente, estão abertos a pequenas e grandes experiências e demonstram afeto com extrema dedicação...

Alguns deles mais do que os outros... Tenho alunos que são especialmente especialíssimos para mim... daqueles que fazem a gente pensar neles quando lê alguma coisa, que fazem a gente pegar um texto e levar para a sala de aula pensando em como isso poderá ajudar a sua vida, daqueles que fazem a gente rir sozinha pensando nas coisas que eles dizem (essa é p vc Marcio Alexandre <>) ... ou que simplesmente te recebem com um sorriso e um abraço de Bom Dia, logo no início de suas manhãs...

A esses alunos magníficos dedico todos os meus dias como professora, e agradeço à vida por ter me colocado nesse caminho que faz de todo dia um dia melhor, que proporciona mais conhecimento, mais relações, e principalmente amor...

Amo todos vcs...